"Limpeza Oral reduz risco de enfarte do miocárdio e AVC"

Pessoal deixo aqui o artigo que nós, profissionais da área, já sabemos a conclusão mas é sempre importante divulgar entre as pessoas que não são da área. Deixo só aqui um aparte, o que nós, profissionais de saúde oral, fazemos não são limpezas, mas sim um procedimento clínico, pelo menos apelidamos estas “limpezas” de Destartarizações

Limpeza oral reduz risco de enfarte do miocárdio e AVC

por Diogo Pereira21 de Novembro – 2011

A limpeza oral reduz em 24% a probabilidade de sofrer um enfarte agudo do miocárdio e 13% o risco de um acidente vascular cerebral (AVC), em comparação com aqueles que nunca realizaram o procedimento. A conclusão partiu de um estudo realizado por cientistas de Taiwan.

A investigação concluiu que a limpeza oral, realizada por um profissional, reduz o crescimento de bactérias que podem conduzir a doenças cardíacas. “A proteção contra doenças cardíacas e acidente vascular cerebral foi mais pronunciada em participantes que foram submetidos a uma limpeza oral pelo menos uma vez por ano”, referiu o líder da investigação, Zu-Yin Chen, citado pelo portal Alert.
O estudo analisou mais de 100 mil pessoas desde 2007, concentrando-se nos dados dos registos do Serviço Nacional de Saúde de Taiwan. Nenhum dos casos tinha histórico de enfarte agudo do miocárdio ou de AVC. O estudo incluiu mais de 51 mil adultos que tinham realizado limpeza oral (frequente ou ocasional) e o mesmo número de pessoas, que serviram de controlo, mas que nunca tinham feito limpeza oral. No entanto, a investigação não ajustou fatores de risco, tais como o tabagismo ou a obesidade.
Número de dentes relacionado com enfarte do miocárdio
O valor dos marcadores para a doença periodontal (que afeta as gengivas) pode prever enfarte agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca congestiva e acidente vascular cerebral em diferentes formas e em diferentes graus, avança um estudo sueco do centro de pesquisa e desenvolvimento do County Council of Gävleborg.
O estudo analisou perto de 8 mil participantes com doença periodontal e verificou que quem tinha menos de 21 dentes apresentou um aumento de 69% no risco de enfarte agudo do miocárdio, em comparação com aqueles que tinham mais dentes.  
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